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(Amor Genuíno X Amor Romântico)

terça-feira, 30 de dezembro de 2014
O vídeo abaixo descobri navegando pela internet. A monja Jetsunma Tezin Palmo, fala claramente sobre o assunto "amar", ou melhor, a diferença entre amar e se apegar. Vale muito a pena ver:




Jetsunma Tenzin Palmo nasceu na Inglaterra e foi para a Índia com 20 anos, virou aluna de Khamtrul Rinpoche, viveu 12 anos em retiro numa caverna no Himalaia, tornou-se a segunda mulher ocidental ordenada no budismo tibetano (escola Drukpa Kagyu) e fundou um monastério de monjas, onde é a responsável hoje em dia, além de oferecer palestras e retiros pelo mundo todo. Com uma linguagem simples e um foco na vida cotidiana, sem discursos eruditos, ela é uma grande professora, recomendada por Sua Santidade o Dalai Lama e Alan Wallace. (Fonte: Papo de Homem)

(Desabafo sobre o amor)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
O amor é aquele carinha da sua escola, da primeira série, que te xingava de um milhão de palavrões infantis só porque você tinha os dentes da frente abertos. O amor é aquela caixa de morangos que parecem estar maravilhosos e, quando você abre, descobre que todos os que estavam no fundo estão podres. O amor é aquela seção de calças de cintura alta perfeitas, tamanho 32, que não cabem nem mesmo em modelos.
O amor não é justo. E, talvez, o problema resida não no sentimento em si, e sim no timing. Duas pessoas, quando se encontram, têm a possibilidade mínima de se encontrarem no mesmo estágio de vida. Não importa se você é magra, loira e tem os olhos azuis, se o cara não tá a fim de namorar agora. Não importa quantos gominhos você tenha na sua barriga malhadíssima, se o outro te acha um saco. Conheci muita gente e me apaixonei por cada uma delas - paixão é sim, uma forma mínima de amar, por menor que seja. Conheci gente demais em tempos errados demais. Hoje, percebo o quanto estive errado em cultivar mais expectativas do que a mim mesmo. Descobrir-se é a primeira etapa do processo "amar": amar a si mesmo. Amar quem você é, na essência. Decidi aos nove anos de idade que iria ser publicitário. Hoje, percebo o quanto me envergo em caminhos diferentes e alternativos, por poder, livremente, ser o que sou. Cada um de nós deveria, antes de tudo, descobrir-se. Abrir-se ao mundo. Há muito a ser explorado, tanto em sua alma, quanto em seu corpo, quanto em seu bairro - imagina o quanto pode haver no mundo inteiro, então. E, o amor (ok, papo de auto-ajuda, mas que jamais deixará de ser verdade) só é possível quando descobrimos que o outro está ali para somar, e não completar. Não podemos enxergar no outro qualidades que sentimos não existir em nós mesmos - o que cheira a inveja - e muito menos esperar que o outro nos trate como uma mãe ou um pai. Carência demais é doença. Agarrar a primeira coisa que se vê só mostra o quão fraco e necessitado você se torna a cada segundo em que está sozinho. Desejar a companhia de alguém é uma coisa; imaginar o outro como um escravo particular para curar suas inseguranças é outra.
E é por isso, e por tudo que ainda posso ser, que descobri - e, por mais incrível que possa parecer, me apaixonei por esta possibilidade - que não estou pronto para amar. Não estou pronto porque ainda tenho muito a fazer - conhecer o mundo é só o primeiro passo. Sair da sua zona de conforto te traz tanta, mas tanta lucidez que voltar para a caverna torna-se impossível - obrigado, Platão. Construo-me com passos leves, calmos e muito - mas muito mesmo - despreocupados. E acho que esse é o melhor conselho que poderei dar a alguém, quando me perguntarem sobre felicidade.
Vá ser feliz com você mesmo. A única coisa que te merece é o mundo - não somos prêmios particulares, nem bônus de celular, nem números da Telesena. Somos indivíduos que, querendo ou não, doendo ou não, nascemos e morremos sozinhos. Encontrar alguém que, ao invés de nos roubar, queira nos acompanhar nessa jornada, é sua árdua missão particular - recebe-se o que se é refletido. Se atrás de você só tem gente louca, quem está de ponta-cabeça é você (nota particular). Descubra-se. Valorize-se em todos os seus trejeitos. Use algo mais curto (ou mais comprido). Dance. Viaje. E, quando, por poesia - por descuido não, por favor! -, alguém queira ficar, que seja para acrescentar.
Porque o amor não é justo. Mas ele há de acontecer, um dia.

(O que é amor?)

quinta-feira, 29 de maio de 2014


Amor é quando você fala para um garoto “que linda camisa ele está vestindo” e aí ele a veste todo dia. Noelle, 7 anos.
Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela. Chrissy, 6 anos.
Amor é quando alguém te magoa, e você mesmo muito magoado não grita porque sabe que isso fere seus sentimentos. Samantha, 6 anos.
Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro. Mary Ann, 4 anos.
Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes para ter certeza que está do gosto dele. Danny, 6 anos.
Amor foi quando minha avó pegou artrite, e ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô desde então, pinta as unhas para ela. Rebecca, 8 anos.
O amor não é quando o seu amor corre de você no pega-pega, e sim quando ele te da a mão e chama para correr com ele. Mary, 6 anos.

(Vinte&Quatro)

segunda-feira, 19 de maio de 2014


Quando eu tinha dezenove anos, achava que já sabia demais, mas tudo que tinha era o dinheiro dos meus pais, uma faculdade para terminar e amigos que cabiam em uma mão. Não via como a maioria dos dias do ano são comuns. Começam e terminam, sem nenhuma memória durável nesse tempo. A maioria dos dias não tem impacto no decorrer da vida. Acreditava um pouco em conto de fadas: destino, alma gêmea, amor verdadeiro...hoje eu vejo que é só uma bobagem infantil. Porém, ainda não sei fingir ou ocultar meus sentimentos. Sou tão transparente como o vento. Tudo que sinto é muito intenso. Quando eu amo, eu amo muito. Quando eu não gosto, não gosto mesmo. Quando eu quero, quero mais. Eu sinto muito, na verdade, demais. Mesmo aos vinte e quatro anos vejo que apesar do meu quase um quarto de século, ainda tenho muita coisa para aprender, muita coisa para viver, muita coisa para aprimorar. Sabe aquela sensação que você tem de não pertence a lugar nenhum? Às vezes sinto isso: vivendo uma vida sem emoção rodeada de gente que não se importa e se prendendo á algo ou alguém que me faça me sentir viva, mas na verdade é só mais uma ilusão. Eu só espero que um dia essa sensação vá embora, que ela vá embora junto com toda desilusões. Só vá.

(Alguém como você)

sexta-feira, 16 de maio de 2014



O segredo pra felicidade e encontrar alguém que não desista de você, alguém que te aceite como você é que compreenda os fatos as suas teorias que se mate de rir da sua piada mesmo quando ela for sem graça, que mesmo não gostando do seu estilo musical queira dividir o fone com você, que goste do seu bolo mesmo ele queimado, que conte histórias pra você dormir, que zombe muito de você quando estiver estressada, mas que rapidinho te peça desculpas, que faça carinho no seu cabelo ou cosquinhas na sua barriga sem você mandar, que respeite seu tempo seu limite, que decore a sua fisionomia até quando você ficar nervosa, que quando te ver triste faz macacadas pra você sorrir, alguém que sinta ciúmes só de brincadeira para que você se sinta valorizada, alguém que te incentiva andar arrumada e caprichar na maquiagem, mas prefere te ver bagunçada deitada no sofá, alguém que não te faça sofrer e que nunca minta pra você, alguém que goste de passar o tempo com você mesmo quando o silêncio toma conta, alguém que ame ouvir o que você fala e alguém que você ame escutar, alguém que entenda as suas paixões, mesmo não compreendendo o porquê de você gostar daquilo, alguém que saiba ser o príncipe encantado e o lobo mau ao mesmo tempo, alguém que fale a verdade pra você na sua cara e que depois seque as suas lágrimas, sorte de quem tem alguém assim.




(Autor: Anônimo)

(Não desacreditei no amor)

quinta-feira, 1 de maio de 2014



Quando paro para pensar, às vezes acho que amei demais pessoas que simplesmente não mereciam e algumas vezes penso que fui fria com outras que mereciam um pouco mais carinho da minha parte. O fato é que sempre fui meio bobona e imatura no assunto "Amor". Normalmente não me apaixono pelo beijo ou por uma palavra, mas sim por coisas simples: o modo de sorrir, uma mania fofa, o jeito de olhar...talvez eu tenha sido um pouco romântica. São coisas que me encantavam!

Não é que eu tenha desacreditado em amor, mas talvez ele que anda pregando muitas peças em mim ou ainda eu não to sabendo lidar com ele. Ainda acredito naquele amor que pode superar tudo ou até naquele inexplicáveis que parece que foram de outras vidas. Ok, confesso, não acredito tanto quanto antes, mas acredito. A verdade é que o amor é muito falado e pouco vivido. Não acredito mais naquele "Eu Te Amo" de semanas, de um caso levado sem importância por uma das partes. 

Acho que depois de muitas experiências mal resolvidas decidi que o melhor a se fazer é tratar o Amor de uma forma diferente, mais madura. Nem sempre fui compreendida em meus "amores" (nem pelos meu amores). Não acredito em príncipe encantado de cavalo branco, mas ainda acredito que não sou uma frigideira, e sim uma panela com alguma tampa por aí. Sou alguém que espera pelo amor, mas não morre por ele. Simplesmente agora aguardo, sem desesperos, sem colocar expectativa em todos os casos amoroso que me aparecerão pela frente. Acredito que uma hora vai acontecer, e se não acontecer não vou viver frustrada por isso. Ainda sei que é possível viver um amor verdadeiro; é difícil nos tempos de hoje, mas ainda há.


(Volte para realidade)

quarta-feira, 30 de abril de 2014


Simplesmente não me procure mais. Porque insistir nisso? Sofrimento já foi o bastante até aqui. Não sou perfeita,  eu sei, mas também não colei chiclete na mesa da santa ceia para merecer isto. Então suma, viva a sua adorável vida, faça de mim apenas uma doce lembrança. Ou talvez nem isto,  faça de mim um esquecimento. Bem, faça o que quiser, só não me faça sofrer mais, pois amar uma pessoa que não me ama (e nunca amou) já foi o pior castigo que eu poderia receber. Então não me procure mais, pois eu não sei lidar com o sentimento que ainda nutro, que aos poucos vai passando de amor para conformismo. Não me procure por favor, pois o timbre da sua voz me causa arrepios, me deixa sem chão.

Minha vida está uma pura confusão, essa é a verdade. Talvez eu não queria isso e sim eu queira dizer: me procure mais,  me ame mais, tenha mais paciência comigo e tente me entender; deixa eu ser sua amiga,  invadir seu pensamento,  fazer parte da sua história...

Pare, volte pra realidade!

Foi um amor maluco, anormal, fora dos padrões, mas que me faz falta. E agora? Vi que não adianta lutar por algo que nunca vai ser meu. Guarde as boas lembranças e evolua com o acontecimentos e erros. E como sempre digo "o futuro a Deus pertence e o que será vai ser".

(Quem Nunca)

terça-feira, 29 de abril de 2014


Quem nunca escreveu seu nome junto do de alguém numa folha de caderno?
Quem nunca ficou fazendo planos, deitado na cama antes de dormir?
Quem nunca leu e releu um histórico de MSN e lembrou como se fosse na hora?
Quem nunca viu uma foto e pensou como seria se você estivesse la?
Quem nunca precisou ouvir um elogio pra se sentir bem?
Quem nunca falou alguma coisa e se arrependeu depois?
Quem nunca teve um sonho perfeito e ficou puto de ter acordado?
Quem nunca ouviu uma música e lembrou de alguém?
Quem nunca olhou pro celular achando que era ele (a) e era sua mãe?
Quem nunca ficou bolada por um motivo ridículo e prometeu que não iria mais gostar de quem te fez sofrer, mas foi em vão?
Quem nunca se iludiu?
Quem nunca teve vontade de sumir e só voltar quando tudo estivesse bem?
Quem nunca amou e não foi correspondido?
Quem nunca viu um filme de romance e quis ser feliz para sempre?

"Na vida tudo esta sujeito a acontecer, procure ser feliz do lado de quem ama, viva a vida."

Papo de BFF: Como esquecer o ex

quinta-feira, 3 de abril de 2014
Esquecer um amor com certeza é uma coisa muito dolorosa e que grande maioria já passou ou vai passar na vida. Ficamos sem chão, relembrando os momentos bons e que não teremos mais, chorando, sem vontade de fazer nada. É eu sei que é complicado, mas não é o fim do mundo!
Então o que está esperando para esquecer aquele(a) babaca e mostrar que você é mais forte que esta tristeza? Confira algumas dicas que podem ajudar a dar uma injeção de ânimo para superar o término:



1. Trate como Droga
A própria ciência já constatou que o amor desperta as mesmas áreas que a cocaína ou o cigarro, a região do cérebro conhecida como núcleo accumbens, onde fica a zona de recompensa que nos faz sentir prazer. Segundo a antropóloga e especialista em amor Helen Fisher, é esta sensação é a que causa o vício. Então o primeiro passo é dizer adeus a qualquer vestígio que você tiver dele(a). Jogue fora (ou esconda) tudo que lembre o seu ex-amor: e-mails, mensagens, cartões, fotos, presentes. Além disso, deletar das redes sociais ou/e da agenda telefônica é de muita ajuda também (não vale salvar o número em um canto da agenda ou tirar um print da tela).Também não vale ficar fuçando nas redes sociais dele/dela ou conversando com ele/ela, afinal, se você quer cortar o álcool, então não deixe um uísque na sua mesa.

É hora de desintoxicar!

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